Opa, posso ajudar?
1- Sim. ( começa o diálogo)
2- Não. ( fecha o diálogo)
1- Do que o senhor(ita) precisa?
1- Botas novas.
2- Arma.
3- Uma faca.
4- Uma blusa de frio.
(Respostas)
1- Aqui está. ( O comerciante lhe dá botas novinhas em folha. Elas brilham muito a luz do abajur. De repente você vê uma chave dentro da bota: ganhou chave da bota!)
2- Tudo bem. ( O COMERCIANTE LHE DÁ UMA ARMA E CORRE ATÉ CHEGAR NO FIM DA RUA. VOCÊ MIRA EM DIREÇÃO A CABEÇA DELE E...)
3- Vai precisar de ajuda com isso ai?( O comerciante se aproxima e você mostra o que carrega no saco. Uma galinha caipira morta para limpar e cozinhar. Você acena com a cabeça ou saí da loja?)
4- Está muito frio aqui nesta época. Estranho que é perto da linha do equador. Na teoria deveria ser um inferno! ( O comerciante entra para dentro da loja. Você o segue. Ele está...)
3- a) Ele pega a galinha e limpa facilmente. A agilidade dele lhe assusta. Você pergunta como ele fez aquilo. E ele diz : "anos de prática".
b) Você recusa a ajuda. O comerciante está com um semblante triste, volta para a loja e senta na sua cadeira. A galinha é difícil de limpar. Você está com raiva de ter recusado a ajuda e simplesmente desiste de comer a galinha.)
1- A chave abre a porta do quarto do comerciante. Você olha assustado para o que vê. O comerciante gosta de matar muitas galinhas).
4- Você entra na casa do comerciante ou dá a volta?
4.1- Dentro da casa você encontra cadáveres de galinha, algumas estão amarradas pelo pescoço por uma corda, outras foram degoladas e ha muitas presas em gaiolas em um canto. O comerciante percebe seu espanto e exibe um sorriso assustador.
— É como dizem... Quem procura acha. — O comerciante te puxa para dentro da casa e tranca a porta.
O que aconteceu com você depois só Deus sabe. Quando morrer pergunte a ele antes de ir para o inferno.
4.2— Você volta para casa e gosta muito do seu casaco novo, mas estranhamente tem cheiro de galinha.
terça-feira, 31 de março de 2020
segunda-feira, 9 de março de 2020
|Descrever o que? |
Não sei o que escrever.
Por isso não vou escrever nada.
Apesar de já ter escrito isso e o "nada" ser algo.
Eu já estou escrevendo...
Se eu parar não vou conseguir escrever de qualquer forma.
Mas, se eu escrever vou ter algo para ler.
Bem, que seja.
As flores são rosas.
E de que adianta descrever o céu se ele é sempre azul nesse horário?
De que adianta descrever as plantas se todas elas tu já sabe como são?
Ou falar como é incrível a estrutura de uma árvore. Ou quão bela ela é em essência.
Do que adianta descrever que o dia está lindo , mas normal. Tão normal quanto ontem, ou anteontem.
Que sentido tem falar que meu professor usa sempre blusas pólo?
Se você já sabe ? Ou falar simplesmente que é tedioso escrever isso e que eu gostaria de estar em casa neste momento dormindo.
Se você soubesse de tudo, eu jamais te contaria o que sei. Por isso diga que nunca sabe de nada. Assim você aprende a aprender.
Não sei o que escrever.
Por isso não vou escrever nada.
Apesar de já ter escrito isso e o "nada" ser algo.
Eu já estou escrevendo...
Se eu parar não vou conseguir escrever de qualquer forma.
Mas, se eu escrever vou ter algo para ler.
Bem, que seja.
As flores são rosas.
E de que adianta descrever o céu se ele é sempre azul nesse horário?
De que adianta descrever as plantas se todas elas tu já sabe como são?
Ou falar como é incrível a estrutura de uma árvore. Ou quão bela ela é em essência.
Do que adianta descrever que o dia está lindo , mas normal. Tão normal quanto ontem, ou anteontem.
Que sentido tem falar que meu professor usa sempre blusas pólo?
Se você já sabe ? Ou falar simplesmente que é tedioso escrever isso e que eu gostaria de estar em casa neste momento dormindo.
Se você soubesse de tudo, eu jamais te contaria o que sei. Por isso diga que nunca sabe de nada. Assim você aprende a aprender.
domingo, 8 de março de 2020
|Olhos caramelos|
Seu olhar lembro-me com clareza
Os seus lindos olhos caramelos nunca esquecerei
Os meus olhos apreciam a delicadeza do corpo feminino em minha frente
Tanta carne há naquilo
Quantas vezes pensei em tocá-la?
Naquela pele branca e macia
que agora está fria
se decompondo
pois o tempo não perdoa
a morte leva
E os meus olhos guardam a lembrança da meiga menina
agora dormes , criatura
Guardo-te no fundo da mente
Onde ninguém pode entrar
Guardo tua memória linda
Para que meus olhos, mesmo vazios possam ver a beleza fria da minha senhorita
Observo teu corpo enquanto minhas lágrimas caem de encontro ao chão
Observo tua glória infinita, minha menina
Mesmo que tu não estejas mais aqui
Na tua capela, teu corpo nu, meus olhos verdes, transbordando como um rio, por ti, senhorita. A quem tanto amei.
Eu observo.
Seu olhar lembro-me com clareza
Os seus lindos olhos caramelos nunca esquecerei
Os meus olhos apreciam a delicadeza do corpo feminino em minha frente
Tanta carne há naquilo
Quantas vezes pensei em tocá-la?
Naquela pele branca e macia
que agora está fria
se decompondo
pois o tempo não perdoa
a morte leva
E os meus olhos guardam a lembrança da meiga menina
agora dormes , criatura
Guardo-te no fundo da mente
Onde ninguém pode entrar
Guardo tua memória linda
Para que meus olhos, mesmo vazios possam ver a beleza fria da minha senhorita
Observo teu corpo enquanto minhas lágrimas caem de encontro ao chão
Observo tua glória infinita, minha menina
Mesmo que tu não estejas mais aqui
Na tua capela, teu corpo nu, meus olhos verdes, transbordando como um rio, por ti, senhorita. A quem tanto amei.
Eu observo.
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