A noite é desafiadora. Nela meus pensamentos mais imundos emergem. Como uma alga marinha que se desprende do solo e flutua até a superfície.
Tentarei pensar em coisas luminosas como as estrelas e a lua. Tentarei pensar em coisas alegres e em universos utópicos.
De qualquer modo, terei que viver nesse mundo incerto. Não sei quando haverá um dia em que todos possam ver o quanto somos estranhos.
Estranhos e complexos.
Literalmente complexos.
E quando eles perceberem isso, perceberão que a vida é apenas mais uma complexidade estranha.
E que a morte não é necessariamente um fim.
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