Castelinhos de areia morrem nas praias...
Ondas se levantam, contraem-se sob o manto da terra e caem.
Novamente.
Levanta como as ondas e cai.
Como a chuva espessa despenca dos céus e leva todas as impurezas junto com ela.
Como o vento que leva as lágrimas longe.
Leva minha tristeza também.
Quão longe está o céu?
Da chuva que cai dos meus olhos!
Esqueci de tudo.
Mero viajante andando no escuro, no beco chamado solidão.
Procurando humanidade quando não se tem sanidade.
Amanhã, quando me levantar.
Serei capaz de esquecer?
Diga-me tu, mente perversa.
Vai se esquecer disso?
Vai me perdoar por ser tão... limitada?
Perdoa-me, mente perversa.
Tu sabes como eu sou.
Mais que eu.
Então...
Nunca, nunca...
Tente me dizer para desistir.
(Porque uma tulipa azul mora em mim).
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